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4 de julho de 2016
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Desenvolvimento Ágil: Extreme Programming

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A quantidade de métodos de desenvolvimento cresce a cada dia, mas
existem alguns que se destacam e tomam proporções maiores do que outros, como
por exemplo, o método tradicional de desenvolvimento, com documentações
extensas, poucos levantamentos de requisitos e um certo
“engessamento” do projeto.
Visando solucionar isso, criou-se um método chamado “Extreme
Programming
” (XP), que nada mais é que a simplificação dos projetos,
visando desenvolver apenas o necessário atualmente, sem funcionalidades para
requisitos futuros, controlando atualizações periodicamente.
Bom, os métodos mais tradicionais de desenvolvimento devem ser aplicados
à projetos estáveis, com requisitos estáveis e requisitos futuros já colocados
em pauta. Mas e as empresas menores, que não possuem grande estrutura para
obedecer ao script documentado? Para elas, o XP é ideal, visto que a agilidade
na comunicação com o cliente será o ponto a ser mais explorado.
No método XP o desenvolvimento se torna algo mais ágil e mais rápido,
visando atender às necessidades atuais do cliente, com um feedback constante do
cliente para evitar ao máximo qualquer tipo de retrabalho. O XP também prioriza os testes, visando solucionar possíveis problemas quando eles são construídos e
não lá na finalização do projeto, o que dificultaria a localização do erro.
Dentre todas as características do XP, podemos citar algumas principais
de forma resumida para que possamos diferenciar corretamente o XP do método
tradicional:
 – Fortalecimento da comunicação
com o cliente:
o cliente se faz presente no desenvolvimento do projeto,
aprovando e reprovando alterações, levantando novos requisitos, etc.;
 – Feedback constante: para que o
software seja desenvolvido da maneira que o cliente deseja, este ficará ciente
de tudo que acontece durante o desenvolvimento do projeto;
 – Requisitos mínimos e rapidez de
desenvolvimento:
o projeto deve ser minimalista, com o menor número de classes
e métodos possíveis, atendendo às necessidades atuais do cliente, sem possíveis
requisitos futuros;
 – Versionamento periódico: tendo
em vista que o projeto inicial é pequeno e não atende à requisitos que possam
surgir futuramente, o desenvolvedor deve desenvolver atualizações periódicas do
software para que ele não se torne ultrapassado e atenda todas as necessidades
do cliente.
Outras características do XP não são aplicadas à todas as empresas que o
utilizam, visto que nem sempre a empresa possui material humano para tal
característica, como o desenvolvimento em “Pair programming
(Programação em pares), onde um colocará a ideia em forma de código e o outro
revisará tudo para que sejam evitados os erros sintáticos e semânticos,
ocorrendo o revezamento das funções entre os envolvidos. O “Pair
Programming
” nem sempre é viável pois uma empresa com 2 desenvolvedores,
por exemplo, deve utilizá-los para desenvolver um maior número de projetos,
impossibilitando tal prática.
A Lands – Agência Web é especialista em Extreme Programming e busca o
desenvolvimento dos projetos de forma rápida e prática, visando a satisfação
máxima do cliente. Para nós, você sempre estará como primeiro plano, estando
ciente de tudo que acontece no projeto. Entre em contato conosco e solicite um
orçamento!
4 de julho de 2016
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